Primeira República: Coronelismo, Mandonismo e Clientelismo.

A Primeira República no Brasil foi iniciada em 15 de novembro de 1889, com o fim da monarquia, e durou até a Revolução de 1930, quando passou a ser chamada de República Velha. Também foi denominada pelos historiadores por República Oligárquica, República de Coronéis e República do Café com Leite.

A adoção do presidencialismo e do federalismo como forma organizativa do Estado foram as principais características da Constituição de 1891, o que acarretou em uma política de alianças para a ocupação da presidência e em uma liberdade política aos governadores dos estados da Federação.

O Coronelismo é uma prática na política brasileira, um comportamento social e político prejudicial e recorrente. Se caracteriza pelo controle da política por um pequeno grupo de privilegiados que definem os rumos políticos de uma cidade ou região, utilizando-se muitas vezes de meios ilegais.Esses coronéis exerciam, inclusive acima da lei, a autoridade de fato em sua “jurisdição”, que podia ser um vilarejo, uma pequena cidade, ou mesmo toda uma região. Sua palavra não poderia ser questionada, e a sua vontade política deveria prevalecer sempre.

No bojo do patriarcalismo e do coronelismo em si estão de forma latente tanto o mandonismo, como o paternalismo. Por meio do próprio mando, da austeridade de suas regras, é que o patriarca fazia valer seu poder. Era assim, na figura do paternalista, e personalista de seu caráter, que para si conclamava toda a direção e regulação de suas terras, de sua gente, e até mesmo – de maneira direta ou indireta – do Estado.

Não somente o coronelismo, mas também a promoção de políticas clientelistas são fatores que criam as condições para o estabelecimento de uma sociedade (ou de um eleitorado) inclinada à apatia em relação aos acontecimentos políticos, mas corrompida pelo desejo do atendimento de seu interesse, da esfera privada. O clientelismo representa a troca de favores dentro de uma relação política por apoio, tendo no voto uma possível moeda de troca por benesses entre aqueles que detêm o controle do Estado e o eleitorado, prática muito presente na história política do país, lado a lado com outras como o coronelismo e o mandonismo.

Plano de Guadalupe (1913-1914)

“Paralelamente ao crescimento das forças camponesas comandadas por Villa e seus generais, começavam a gestar-se as forças revolucionárias que apoiariam a chegada de Venustiano Carranza ao primeiro posto político do país”. (MEDINA, 2008, p. 102).

 

Venustiano CarranzaOs constitucionalistas foram um grupo surgido em 1910 na tentativa de depor o então presidente Porfírio Díaz ou vencê-lo nas eleições daquele ano. O movimento pretendia retomar a Constituição de 1856, mas posteriormente visou a criação de uma nova constituição, algo que ocorreria em 1917. Os constitucionalistas como ficaram chamados, tendo como principal líder o empresário e político Venustiano Carranza(1860-1920), o qual reuniu os líderes revolucionários do Norte em 1913 para atacar Huerta o qual havia deposto o presidente Madero e o assassinado em seguida, para usurpar o poder. Nessa época, Carranza era o governador de Coahuila, estado em que nascera, possuía grande prestígio e influência na região, e usou seu poder para atacar o usurpador e novo ditador Huerta. Em 26 de março, reunido em uma fazenda sua, chamada Guadalupe, Carranza propôs o Plano de Guadalupe, o qual tinha a missão de tomar a capital do país, forçar Huerta a renunciar a presidência, realizar novas eleições presidenciais e manter a fidelidade a Constituição de 1856.

Assim, Carranza conseguiu vários aliados a sua causa, a qual ficou conhecida como Movimento Constitucionalista, o qual marcaria a segunda parte da Revolução Mexicana. Os generaisÁlvaro Obregón, Felipe Ángeles, Adolfo de la Huerta, Pablo González Garza, Pancho Villa entre outros aderiram a causa iniciada por Carranza.

 

General Álvaro ObregónUm fato que merece destaque é que pela postura burguesa de Carranza assim como a de Madero, ele posteriormente não daria muita atenção ao movimento agrário defendido por Pancho Villa e seus generais da Divisão do Norte, algo que levaria Villa a romper com Carranza posteriormente, quando notou que esse estava indo por outro caminho diferente. Ao mesmo tempo, vale também a questão de que Villa era egocêntrico e arrogante, o que o levou também a entrar em atrito com Obregón, considerado o mais leal general de Carranza.

“Mas enquanto lutaram juntos, ambos – Carranza e Villa – constituíram o exército constitucionalista contra Victoriano Huerta. Essa força era integrada por três frentes: a primeira era o Exército do Nordeste, que executava suas operações nos Estados de Tamaulipas, Nuevo Léon e o Nordeste do país, comandado por Pablo González, um general sem imaginação e inepto, que só servia para ganhar tempo. O segundo era o Exército do Noroeste, que atuou a partir do Estado de Sonora em direção ao Sul, pelos Estados da costa Oeste, comandado por Álvaro Obregón, gênio militar que mais tarde seria presidente do México. Por último, a Divisão do Norte, comandada por Pancho Villa, no centro do país”. (MEDINA, 2008, p. 105).

Huerta estava acuado na capital, os exércitos constitucionalistas avançavam pelo centro e oste do país, confrontando as tropas federais. No sul o movimento zapatista crescia, e não demonstrava apoio ao governo de Huerta, logo o mesmo estava praticamente sem chances de vitória. Obregón avançava com suas tropas em direção a capital, Villa seguia conquistado as linhas férreas do país, isso fora um golpe crucial para a mobilização das tropas federais. Grande parte do contingente da Divisão do Norte avançou de trem até a Cidade do México; não obstante, Carranza criou um Estado em Sonora, uma espécie de Estado dentro do Estado, aparte do governo central.

“Villa percebeu imediatamente a importância que a estrada de ferro teria nas mobilizações armadas. Ela não só significava uma rápida mobilidade nas operações militares, mas também um meio eficiente para conseguir os apetrechos militares necessários, já que as linhas levavam até os Estados Unidos, principal provedor de armas e munições durante a revolução”.

Fonte: http://seguindopassoshistoria.blogspot.com.br/2012/06/revolucao-mexicana-1910-1920.html?m=1

Entretenimento (Era Nazista)

  • Olga (2004)

O longa-metragem dirigido por Jayme Monjardim narra a biografia de Olga Benário Prestes, uma militante alemã que é deportada para Alemanha durante o governo Vargas, após o fracasso da Intentona Comunista.

A jovem tem uma filha na prisão, fruto do relacionamento com o líder comunista Luís Carlos Prestes, sendo enviada para um campo de concentração, onde passa anos sofrendo maus tratos e termina morta na câmara de gás. Baseado em fatos reais, o filme tem Camila Morgado, Caco Ciocler, Osmar Prado e Fernanda Montenegro no elenco.

  • O Pianista (2002)

O filme conta a história do pianista judeu-polonês Wladyslaw Szpilman, que se depara com a invasão da Polônia pelos nazistas em 1939. Após escapar da ida ao Gueto de Varsóvia, que segregou cerca de 380.000 poloneses, Szpilman passa a se esconder em prédios abandonados e casas de amigos não-judeus, em busca de alimentos e proteção. Ele testemunha o levante de Varsóvia e escapa da morte por diversas vezes, até a derrota da Alemanha na Segunda Guerra.

Cena do filme O Pianista (2002) (Foto: G1)

O longa de Roman Polanski foi indicado a sete categorias do Oscar, vencendo as de Melhor Diretor, Melhor Ator e Melhor Roteiro Adaptado. O filme estrelado por Adrien Brody também venceu a Palma de Ouro, no Festival de Cannes.

  • Noite e Neblina (1955)

O documentário de 1955, dirigido pelo francês Alain Resnais, retrata o holocausto através de imagens, documentos e dados que comprovam a participação da Alemanha na formação dos campos de concentração. Fortes imagens sobre os locais abandonados e os corpos dos judeus retorcidos aparecem durante os trinta minutos de filme, com o intuito de chocar a sociedade da época sobre o que aconteceu na Segunda Guerra Mundial.

Roupas dos judeus empilhadas em cena do documentário Noite e Neblina (1955) (Foto: Kubrickontheguillotine.com)
  • O Menino do Pijama Listrado (2008)
A co-produção entre EUA e Reino Unido mostra a visão de mundo pela perspectiva de duas crianças durante a Segunda Guerra Mundial: uma ariana e outra de ascendência judia. Shmuel vive no campo de concentração em que o pai de Bruno, seu amigo, trabalha, e a amizade dos dois é posta à prova quando eles descobrem que são de etnias “inimigas”.

Baseado no livro de John Boyne, o filme das crianças separadas por uma grade tem David Thewlis, Vera Farmiga e Rupert Friend no elenco e direção do inglês Mark Herman.

FONTE: educação.globo.com

Entre no último bunker secreto usado por Hitler na 2ª Guerra Mundial

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Dentro desta fortaleza secreta, Adolf Hitler armou a invasão da Inglaterra e uma série de outros ataque a países europeus contrários aos interesses nazistas. Situado em uma floresta, na França, o endereço foi o último centro de comando Nazi fora da Alemanha.
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Fotografias clicadas recentemente pelo fotógrafo parisiense Marc Askat desvendam a localização e a condição do prédio histórico – abandonado, em ruínas e tomado por plantas, fungos e mofos. O endereço permaneceu desconhecido durante muitos anos, pois as redondezas do local passaram a servir como campo de treinamento do exército francês.

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Ao cruzar as portas enferrujadas, o interior revela corredores e salas de concreto maciço. Entre as surpresas da construção estratégica, estão túneis que se estende ao longo de 9,6 quilômetros, localizados 30 metros abaixo do solo. Os telhados e as estruturas em decadência podem ser vistos como uma metáfora, que representa a queda dos ideais do ditador assassino.

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FONTE: casavogue.globo.com

As Revoluções Russas

Entre 1905 e 1921, a Santa Rússia Imperial Tzarista transformou-se em União Soviética, consagrado juridicamente, em 1922, com a aprovação da primeira Constituição da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Assim como, a Revolução Francesa e as Revoluções Russas, que levaram à fundação da URSS modificaram a face do mundo.
No começo do século XX, a Rússia era um país de economia atrasada e dependente da agricultura, pois cerca de 80% de sua economia estava concentrada no campo (produção de gêneros agrícolas).
Os camponeses eram principais instrumentos de trabalho e seus proprietários viviam endividados, parasitando a sociedade, sem alternativas de futuro. Tradições religiosas amarravam, ainda, esta sociedade agrária. O império era multinacional, abrigando, um conjunto de povos, religiões e culturas. E o tzar, venerado como representante de Deus na Terra.
Os trabalhadores rurais viviam em extrema miséria e pobreza, pagando altos impostos para manter a base do sistema tzarista de Nicolau II.
No ano de 1905, Nicolau II mostra a cara violenta e repressiva de seu governo. No conhecido Domingo Sangrento, manda seu exército fuzilar milhares de manifestantes.
Houve uma formação dos sovietes (organização de trabalhadores russos) sob a liderança de Lênin. Os bolcheviques começavam a preparar a revolução socialista na Rússia e a queda da monarquia.
*Os líderes da União Soviética durante o regime socialista:*

– Vladimir Lenin (8 de novembro de 1917 a 21 de janeiro de 1924) .

– Josef Stalin (3 de abril de 1922 a 5 de março de 1953).

– Nikita Khrushchov (7 de setembro de 1953 a 14 de outubro de 1964).

– Leonid Brejnev (14 de outubro de 1964 a 10 de novembro de 1982).

– Iúri Andopov (12 de novembro de 1982 a 9 de fevereiro de 1984).

– Konstantin Chernenko (13 de fevereiro de 1984 a 10 de março de 1985).

– Mikhail Gorbachev (11 de março de 1985 a 24 de agosto de 1991).
A Revolta de Kronstadt foi uma insurreição fracassada dos marinheiros soviéticos da cidade portuária de Kronstadt contra o governo da República Socialista Federativa Soviética da Rússia. Foi a última grande revolta contra o regime bolchevique no território russo durante a guerra civil que assolou o país.

10 curiosidades sobre a Primeira Guerra Mundial.

A Primeira Guerra Mundial começou em 28 de julho de 1914 e durou até 11 de novembro de 1918. Na guerra, mais de 70 milhões de militares, incluindo 60 milhões de europeus, foram mobilizados em uma das maiores guerras da história. A guerra teve um grande marco no mundo e deixou várias histórias .

1 – Soldados britânicos não usavam capacetes
Quando a guerra começou, os soldados britânicos entraram em combate com apenas um boné de pano para proteção. Felizmente, os capacetes de aço foram introduzidos em 1915. O exército alemão não gostou muito da ideia porque os capacetes eram desconfortáveis, mas sabiam que tinham de usar para protegê-los.

2 – Ferimentos faciais
Muitas pessoas sofreram ferimentos faciais na primeira guerra mundial e como os médicos ainda não eram especialistas em cirurgia plástica, alguns artistas começaram a criar máscaras de cobre para ocultar as lesões. As máscaras foram feitas e pintadas para combinar com o tom de pele de cada soldado e faziam até cílios com metal enrolado.

3 – Zeppelins
Aviões ainda eram muito novos no ao de 1914 e por isso, os alemães faziam os bombardeios em Londres usando os famosos Zeppelin. Os canhões britânicos tentaram derrubá-los, mas as balas não causavam nenhum dano. Em 1917, novas balas foram inventadas e conseguiram causar uma explosão usando o gás do Zeppelin, e eles não foram mais problemas para os britânicos.

4 – Americanos e afro-americanos serviram a guerra
Apesar do fato de que os afro-americanos não teriam conseguido a cidadania nos Estados Unidos até 1924, cerca de 13.000 nativos americanos lutaram na guerra, cerca de 200.000 afro-americanos também serviram, mas penas 11% em combate e em divisões separadas.

5 – Uma explosão no campo da França foi escutada em Londres
Quando a guerra se alastrou, estava acontecendo algo diferente em baixo da terra. Um grupo de mineiros, operando em total sigilo, cavaram vários túneis para plantar bombas e detonar em baixo do inimigo. Grande parte da linha de frente da Alemanha foi destruída e as explosões foram ouvidas 140 milhas de distância pelo primeiro-ministro britânico em Downing St.

6 – As mulheres ficaram com a pele amarela
Enquanto os homens iam para a guerra, mais de um milhão de mulheres tomaram a frente no mercado de trabalho. Elas trabalhavam longas horas, em condições precárias e com produtos químicos perigosos. As chamadas “canárias” eram as mulheres que trabalhavam com TNT, que causava ictéria tóxicas e deixavam a pele das mulheres amarela.

7 – O pombo Cher Ami
Em 1918, um pombo chamado Cher Ami, um dos cerca de 100.000 pombos-correio usados durante a guerra, conseguiu salvar 500 soldados americanos. Apesar de ter sido baleado por soldados alemães, o pombo conseguiu entregar a mensagem aos soldados que tinham sido contados por trás das linhas inimigas. Ele perdeu um olho e uma perna, mas os médicos do exército americano salvaram a vida dele e ainda fizeram uma perna de madeira.

8 – Máscaras para gás
Não existia máscaras eficazes contra gases tóxicos no início da guerra. A única proteção dos soldados contra ataques com gás eram um pano, muitas vezes trapos velhos, como uma meia velha, molhados em sua própria urina

9 – Escassez de alimentos
Devido a escassez de alimentos, os britânicos foram proibidos de jogar arroz nos casamentos e alimentar os pombos. Eles também foram proibidos de falar ao telefone e uma língua estrangeira, a comprar binóculos e chamar um táxi à noite.

10 – O soldado britânico mais jovem
Sidney Lewis tinha apenas 12 anos quando mentiu sobre sua idade e se juntou ao exército durante a Primeira Guerra Mundial. Ele foi um dos milhares de meninos menores de idade que se alistaram e acabaram lutando ao lado de adultos. Alguns eram motivados pelo patriotismo e outros eram como se fosse uma fuga de suas vidas pobres e tristes.

A Primeira Guerra Mundial

O desenvolvimento do capitalismo levou o mundo em direção à rivalidade, expansão imperialista, conflito e guerra.
A Primeira Guerra Mundial foi o confronto entre França, Inglaterra, Rússia e Alemanha. Esta foi uma disputa imperialista em um tempo que ocorria competição econômica entre as potências envolvidas.
A industrialização e expansão começou na Inglaterra, com o uso da máquina a vapor e indústria têxtil, modificando a forma de produção e alterando a sociedade em todos os aspectos. Com o crescimento econômico, ocorrido no século XVIII, consolidou-se o mercado interno. Porém, no século XX, outros países passaram a se industrializar.
Como exemplo, tem-se a Alemanha, que se tornou um país unificado e forte, tendo tecnologias bastante avançadas e consolidando também o mercado interno. O mesmo foi ocorrendo com os demais países, de maneiras parecidas.
Em suma, a descoberta de novas fontes de energia, novos remédios e tecnologias, fortaleceram a crença da capacidade humana ser inesgotável. Esta é a Belle Époque, uma era que marca o surgimento de novas sensações e estilos artísticos, porém posteriormente isso se interliga com um pessimismo generalizado que é anunciador da Grande Guerra.
Segundo Daniel Aarão, Jorge Ferreira e Celeste Zenha, organizadores do livro “O século XX”, a Belle Époque é um período de “Paz Armada”, pois a industrialização recriou antigas rivalidades, criou novas armas e tornou obrigatório o serviço militar. Além disso, os mesmos contam um pouco sobre tais rivalidades entre os países, os confrontos ocorridos e mais tarde apresenta a vida dos soldados em meio à guerra e os danos que a mesma causou. Eles nos mostram que os que haviam apostado numa vitória rápida, estavam enganados. A fome, principalmente, se tornou uma forma cruel de massacre e escancarava o fato de que a guerra já não se limitava somente aos campos de batalha.
Com tudo isso, quando a Primeira Guerra acaba, não leva embora seus efeitos, eles permanecem.  Economicamente, destruiu riquezas, aumentando a inflação, fome, desesperança e miséria. Na Grande Guerra, a razão perdeu pra violência. Após esse período, era preciso recomeçar.
Entretanto, sabe-se que o desejo de revanche permaneceu e pouco tempo depois veio a Segunda Guerra, mas esta é uma outra história…